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O que o seu trabalho está fazendo com você?

Uma pesquisa realizada em 2014 pelo Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente (IPOM), na cidade de São Paulo, revelou que 70% dos entrevistados se sentiam insatisfeitos no trabalho.

Poucas situações são tão desagradáveis quanto trabalhar em algo com o qual não nos identificamos. É comum que as pessoas estranhem tamanho desconforto e se questionem se não estão exagerando. Lutam pra se manter firmes e entusiasmadas no trabalho, mas após alguns dias tentando sustentar a motivação, se vêem novamente desanimadas.

Com o tempo, este incômodo pode se traduzir em sintomas psicossomáticos, como dores de cabeça, na coluna, desconforto estomacal e outros. Estes são sinais do quanto “forçar” permanecer em um trabalho que não gostamos pode ser prejudicial.

Em contrapartida, trabalhar no que se gosta pode gerar um bem-estar e dar novo sentido à vida. Enfrentar um novo dia com a sensação de que vale a pena fazer o que se faz, para você e para os outros.

Mas não podemos ter ilusões a respeito do trabalho. Todos os que atuam no mercado sabem que “o paraíso não existe”.

No mundo atual, trabalhar no que se gosta implica em construir, de forma contínua, a situação que se deseja, seja atuando em uma empresa, como funcionário (contribuindo positivamente para mudanças no ambiente) ou numa carreira solo ou empreendedora.

O trabalho assumiu um papel preponderante frente aos demais papéis que desempenhamos (filha(o), mãe/pai, esposa/ marido, amiga(o)) e, assim, um trabalho com alma e com sentido representa hoje uma das mais fortes demandas das pessoas no mundo contemporâneo.